Comer a placenta | É saudável ou Simplesmente Bizarro?

Comer a placenta | É saudável ou Simplesmente Bizarro?

Comer a placenta: Celebridades como as Kardashians estão a fazer isso. Mas a prática da placentofagia é simplesmente uma moda, ou existem benefícios de saúde reais, que justifiquem consumir a própria placenta?

Comer a placenta: Como se pode preparar?

De acordo com um livro de receitas sobre o assunto, você pode misturar sua placenta crua com iogurte e frutas em num liquidificador e fazer um smoothie. 

Kim Kardashian quer comer placenta para se manter jovem
Kim Kardashian quer comer a placenta para se manter jovem

Ou adicione-o à carne moída numa receita de lasanha.

Ou faça trufas de chocolate com ela.

Pique-a, faite-o, refogue com cebolas, desidrate e misture, parece que não há nenhuma forma errada de comer placenta.

A pratica de placentofagia- o nome formal para comer a placenta para benefícios para a saúde- tem tido difusão e adeptos.

Em especial desde que algumas celebridades disseram que comeram a sua placenta, é um movimento marginal. Sendo que as defensoras do consumo da placenta alegam que:

  • Aumentou a produção do leite
  • Que ajuda a combater a depressão pós-parto
  • Reduzir a dor
  • Aumentar a energia das novas mães.

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Nos EUA onde esta prática se tornou não famosa não existe de fato uma regulamentação em relação ao tratamento da placenta já que a desidratação, método de consumo é feito na casa da parturiente.

Também, não há lei nenhuma em relação a como o Hospital deve proceder em relação à placenta.

Comer um órgão humano pode dá a volta ao estômago à maioria das pessoas, mas os defensores apontam para a quase totalidade da prática entre os mamíferos.

Comer a placenta | É saudável ou Simplesmente Bizarro?
Comer a placenta | É saudável ou Simplesmente Bizarro?

Comer a placenta: De onde vem a moda?

Embora os motivos exatos pelos quais os animais comem suas próprias placentas não sejam conhecidos, os cientistas especulam que uma das principais razões pode ser evitar uma predadores atraídos pelo cheiro colocam em risco mãe e crias.

Ao contrário da prática moderna de comer uma placenta em forma de pílula desidratada durante um período de tempo ou cozinhá-la para consumo posterior, os animais comem suas placentas cruas e imediatamente após o parto.

Esta pratica de comer placenta entre os humanos é relativamente recente, Daniel Benyshek, professor de antropologia da Universidade de Nevada, Las Vegas, é um dos poucos pesquisadores que está estudando a prática. Ele diz que as primeiras referências publicadas à prática da placentofagia materna surgem nos anos 60 nos EUA.

“É realmente apenas nos últimos dez anos que se tornou uma prática bem conhecida – e rara -,” diz ele.

A recente popularidade da placentofagia deve-se, em parte, a uma maior conscientização da mídia. E também porque os tratamentos alternativos estão-se a  tornar mais populares.

As pessoas procuram estilos de vida mais saudáveis, diz Crystal Clark, professor associado em psiquiatria e ciências comportamentais na Faculdade de Medicina Feinberg da Northwestern University. Algumas parteiras defendem a prática, que pode ser outro fator que impulsiona sua popularidade.

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Clark, um psiquiatra, também ressalta que continua a existir um estigma em torno da saúde mental, e que uma em cada sete mulheres que sofrem de depressão pós-parto, uma alternativa aos tratamentos tradicionais de saúde mental pode ser apelativo.

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Pílulas de placenta – Comer a placenta | É saudável ou Simplesmente Bizarro?

Comer a placenta: Que dizem os estudos

Por ser uma pratica recente existem muito poucos estudos, sobre o efeito do consumo de placenta, sobre o que contém a placenta e em que quantidades, diz Clark.

Comer Plantenta: O que a placenta tem?

O que é sabido é que a placenta contém hormônios como progesterona e estrogênio, bem como nutrientes como o ferro, o que pode ser benéfico na recuperação do parto.

Mas as doses destes hormônios e nutrientes – e a medida em que são degradados ao serem cozinhados ou pela desidratação da placenta – não são conhecidas.

Comer a placenta: Questões a ter em conta 

A placenta também funciona para filtrar qualquer coisa potencialmente prejudicial para o feto, por isso pode conter certos metais como o mercúrio, mas as quantidades destes também não são conhecidas.

Uma coisa que é conhecida, adverte Clark, é que a placenta anormal deve ser examinada antes que alguém decida o que fazer com ela.

As parturientes que escolheram um nascimento em casa devem garantir que as parteiras possam detectar problemas com a placenta. Qualquer placenta que tenha sido marcada para análise por um patologista após o  nascimento hospitalar deve ser mantida intacta para que possa ser examinada.

As placentas anormais precisam ser examinadas porque as anormalidades podem ser importantes para o cuidado clínico da mãe ou do recém nascido após o nascimento.

“Por exemplo, anormalidades podem ser indicativas de uma infecção intra-uterina, doença materna ou desfecho fetal”, explica Clark.

Comer a Placenta: Receio dos médicos

Embora todos possam fazer o que quiserem com seus próprios órgãos, uma preocupação que os médicos têm é que as mulheres que sofrem de depressão pós-parto se recorram a esta prática em vez de buscar ajuda de um profissional de um médico.

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